Osteopatia estrutural e visceral
A osteopatia é um método de avaliação e tratamento de disfunções somáticas e seus sintomas.
Relaciona os sintomas à falta de mobilidade dos tecidos (músculos, vísceras, tecido conjuntivo). As técnicas variam conforme os tecidos envolvidos.
O princípio fundamental é que a cura depende da capacidade de autocura do corpo. Quando há disfunção, essa capacidade fica limitada pela perda de mobilidade; restaurá-la reativa os mecanismos de cura.
Osteopatia estrutural
A osteopatia estrutural trata alterações do sistema musculoesquelético. Como os tecidos estão interconectados, uma alteração vertebral pode gerar disfunção visceral e vice-versa — daí a recorrência de alguns sintomas. Romper esse ciclo é essencial.
As técnicas incluem manipulações articulares com impulso, técnicas de alta velocidade e técnicas suaves.
Osteopatia visceral
Os órgãos têm movimento próprio e estão conectados pelo tecido conjuntivo (omentum, ligamentos, mesentérios). O diafragma altera as pressões nas cavidades torácica, abdominal e pélvica, favorecendo a mobilidade visceral.
Restaurar a mobilidade visceral e a harmonia do sistema é, portanto, essencial.
O peritônio envolve um grupo de vísceras e se estende até a parede abdominal: a tensão visceral se transmite aos músculos (como no « abdome em tábua » na inflamação aguda). Isso ilustra a relação músculo–víscera.
As sessões de osteopatia ocorrem em geral a cada 2 ou 3 semanas, conforme o caso.